domingo, 22 de julho de 2012

A jornada do autoconhecimento


Para aumentarmos nossa qualidade de vida precisamos conhecer melhor a nossa natureza humana, a fim de clarear as nossas percepções sobre nossas próprias necessidades e descobrir a verdade profunda, dessas que ficam escondidas nas beiradas do coração e da consciência. 

O autoconhecimento é libertador, pois ele nos emancipa da escravidão da auto-imagem. Entre aquilo que somos e o que os outros pensam que somos há um abismo de vulnerabilidade, e é natural do homem estar sempre na defensiva a fim de se proteger. Mas quando abandonamos as máscaras da auto-imagem e nos permitimos sermos o que realmente somos, nos livramos da culpa e do medo, e conseqüentemente  deixamos de lado o pesado fardo da aparência. Simplesmente abrimos mão da preocupação que existe do que o outro pensa sobre nós e os rótulos que adquirimos ao longo da vida. 

Quando nos apegamos a nossa auto-imagem deixamos de nos relacionar verdadeiramente com as outras pessoas e nos enganamos. Para nos conhecer de modo verdadeiro e nos livrar dos conceitos que carregamos sobre nós, é preciso reconhecer nossas limitações e se perdoar, pois infelizmente é muito difícil sermos aquilo que gostaríamos de ser, apesar das nossas tentativas. 

O crescimento interior é fruto do perdão, da aceitação de quem nós somos e da nossa natureza intrínseca. Somente quando deixamos de lado a nossa auto-imagem podemos realmente progredir com sinceridade e confiança. É muito importante na jornada do buscador se conhecer verdadeiramente, sem se importar com o que os outros esperam de nós. Afinal de contas, estamos em processo de transformação e o nosso reflexo tende a se modificar com o tempo e já não somos aquela personalidade cristalizada que habita o imaginário alheio. 
 
por: http://www.papricadoce.blogspot.com.br/
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domingo, 15 de julho de 2012

ANJOS GUARDIÃES

ANJOS DA GUARDA 

DIVALDO FRANCO
 
 Os anjos guardiães são embaixadores de Deus, mantendo acesa a chama da fé nos corações e auxiliando os enfraquecidos na luta terrestre. Quais estrelas formosas, iluminam as noites das almas e atendem-lhes as necessidades com unção e devotamento inigualáveis.

Perseveram ao lado dos seus tutelados em toda circunstância, jamais se impacientando ou os abandonando, mesmo quando eles, em desequilíbrio, vociferam e atiram-se aos despenhadeiros da alucinação.

Vigilantes, utilizam-se de cada ensejo para instruir e educar, orientando com segurança na marcha de ascensão.

Envolvem os pupilos em ternura incomum, mas não anuem com seus erros, admoestando com severidade quando necessário, a fim de lhes criarem hábitos saudáveis e conduta moral correta.

São sábios e evoluídos, encontrando-se em perfeita sintonia com o pensamento divino, que buscam transmitir, de modo que as criaturas se integrem psiquicamente na harmonia geral que vige no Cosmo.

Trabalham infatigavelmente pelo Bem, no qual confiam com absoluta fidelidade, infundindo coragem àqueles que protegem, mantendo a assistência em qualquer circunstância, na glória ou no fracasso, nos momentos de elevação moral e naqueles outros de perturbação e vulgaridade.

Nunca censuram, porque a sua é a missão de edificar as almas no amor, preservando o livre-arbítrio de cada uma, levantando-as após a queda, e permanecendo leais até que alcancem a meta da sua evolução.

Os anjos guardiães são lições vivas de amor, que nunca se cansam, porquanto aplicam milênios do tempo terrestre auxiliando aqueles que lhes são confiados, sem se imporem nem lhes entorpecerem a liberdade de escolha.

Constituem a casta dos Espíritos Nobres que cooperam para o progresso da humanidade e da Terra, trabalhando com afinco para alcançar as metas que anelam.

Cada criatura, no mundo, encontra-se vinculada a um anjo guardião, em quem pode e deve buscar inspiração, auscultando-o e deixando-se por ele conduzir em nome da Consciência Cósmica.

Tem cuidado para que te não afastes psiquicamente do teu anjo guardião.

Ele jamais se aparta do seu protegido, mas este, por presunção ou ignorância, rompe os laços de ligação emocional e mental, debandando da rota libertadora.

Quando erres e experimentes a solidão, refaze o passo e busca-o pelo pensamento em oração, partindo de imediato para a ação edificante.

Quando alcances as cumeadas do êxito, recorda-o, feliz com o teu sucesso, no entanto preservando-te do orgulho, dos perigos das facilidades terrestres.

Na enfermidade, procura ouvi-lo interiormente sugerindo-te bom ânimo e equilíbrio.

Na saúde, mantém o intercâmbio, canalizando tuas forças para as atividades enobrecedoras.

Muitas vezes sentirás a tentação de desvairar, mudando de rumo. Mantém-te atento e supera a maléfica inspiração.

O teu anjo guardião não poderá impedir que os Espíritos perturbadores se acerquem de ti, especialmente se atraídos pelos teus pensamentos e atos, em razão do teu passado, ou invejando as tuas realizações... Todavia te induzirão ao amor, a fim de que te eleves e os ajudes, afastando-os do mal em que se comprazem.

O teu anjo guardião é o teu mestre e amigo mais próximo.
Imana-te a ele.

Entre eles, os anjos guardiães e Deus, encontra-se Jesus, o Guia perfeito da humanidade.

Medita nas Suas lições e busca seguir-Lhe as diretrizes, a fim de que o teu anjo guardião te conduza ao aprisco que Jesus levará ao Pai Amoroso.


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sábado, 7 de julho de 2012

LOUVEMOS A DOR


 
O tempo é  um  calmante e um amigo, um remédio e uma bênção.
A existência  na  carne  é  simples passagem  por um túnel escuro.
E  a nossa  felicidade nasce, não dos anos que despendemos ao atravessar o mundo, mas sim dos bens  que dentro dele conseguimos improvisar.
Tudo  na carne é como vemos um dia.
Manhã cheia de  sol, crepúsculo de sombras e noite  cerrada ao nosso olhar.
Felizes daqueles que acendem  estrelas no  firmamento do próprio coração,
Para que  a jornada  se torne menos dolorosa, no nevoeiro noturno, que  precede  a  alvorada seguinte.
Perdoemos  a vida e as criaturas  pelas angústias que impuseram à nossa   sensibilidade.
As mãos feridas  são mais seguras  do que os braços habituados  a dominar.
As grandes torturas são grandes bênçãos.
Nomundo, o nosso sentimento de personalismo não nos permite essa  realidade.
Sem a luta, dormiríamos  na matéria densa, sem qualquer proveito.
Deus, porém, que  é  o nosso Pai  de Infinita Bondade, permite  que  a aflição os   acompanhe,  no mundo, na  condição  de abnegação instrutora  e, com o decurso do tempo,  a paz se  converte em nossa  companheira  para  todas  as  situações  e  problemas terrestres.
Estudemos e  trabalhemos  sempre mais.
Jamais nos arrependeremos  da obra que vamos levantando, no terreno do  nosso próprio coração.
Obra de Amor, Entendimento, Humildade  e Perdão.
A vida  responde ao nosso esforço na mesma intensidade donosso impulso, na  criação do bem.
Esperemos a passagem dos dias.
Trabalhemos na sementeira da nossa  Consoladora Doutrina, nas duas margens  da nossa  estrada para Jesus e guardemos a certeza de que não nos faltará o amparo do Senhor.
Chegaremos um dia à praia segura, depois da tempestade.
Não será, contudo, o porto enganoso  da vitória na terra, mas o refugio doce da  serenidade  e da compreensão, onde  o nosso  espírito  poderá  realmente  repousar  e preparar-se,  ante  o futuro que se desdobrará no amanhã.
As sementes  do Evangelho, caídas das nossas mãos, um dia serão árvores  robustas  e preciosas, proporcionando-nos  alegrias  que a nossa imaginação não poderá  avaliar, por  enquanto.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Anjos da Guarda!

Não precisa ver!
Basta crer!
Ah! Se você pudesse ver a defesa que existe em seu favor...

Se você pudesse ver o exercito de anjos que te cerca...


Nem uma só palavra dedicaria em sua defesa.

Não é preciso.

Ah! Se lembrasse da Força do Bem, e cantasse pra vida, escolhesse alma limpa...

Não esperaria o mal, nem levantaria as armas que ferem e não vencem nada por aqui.

Ah! Se você sentisse a minha presença em todos os tempos...você saberia que nunca, você nunca está só.

Saberia que todas as promessas têm um dia, têm um modo, uma hora, está marcado e todas elas vão se cumprir.


Ah! Se lembra-se de mim... Não se esqueceria de sorrir, não largaria a esperança e o amor.


♥ Deus abençoe!

 

sábado, 26 de maio de 2012

A Entrega


 

:: Elisabeth Cavalcante ::

Entregar-se em confiança aos desígnios da vida é o grande desafio que temos a superar. Embora seja preciso plantar as sementes para que nossas conquistas possam se materializar, depois do passo inicial, a única atitude sábia é esperar.

Isto significa conseguir manter-se num estado de total relaxamento, sem qualquer angústia ou ansiedade, completamente confiante de que a existência sabe exatamente quais as nossas necessidades.


Quando ainda não alcançamos este estágio, a impaciência, a ansiedade e, muitas vezes, o desespero, constituem nossa unica realidade interior, sempre que almejamos algo.


Infelizmente, levamos muito tempo para perceber que esta energia, ao invés de atrair o que desejamos, acaba por torná-lo cada vez mais distante de nós. Isto acontece porque a vida responde com generosidade àqueles que confiam nela, que se mantém relaxados e receptivos às suas dádivas.


Precisamos compreender que tudo acontece no momento certo, quando as lições que temos a aprender tiverem sido finalmente assimiladas. A partir deste instante, começamos a testemunhar verdadeiros milagres, inesperados e surpreendentes.


Esta é, aliás, uma das melhores experiências da vida, ser surpreendidos pela satisfação de nossos desejos e necessidades, quando menos esperamos. O prazer e a sensação de plenitude que nos proporciona não tem preço.


Comecemos, então, o quanto antes, a cultivar a atitude da entrega, o fluir relaxado com o rio da existência. Quando este aprendizado amadurecer, o rio nos levará ao encontro de nosso verdadeiro ser.


"Deixe a vida acontecer, não tente forçá-la
E este é o segredo de toda a vida: ...felicidade, meditação, êxtase - todos eles vêm para você quando você está em um total relaxamento, com um humor profundamente simpático, numa atitude de amor para com a existência.

Quando você está no coração, eles vêm. Quando você tenta persuadi-los, e você pensa que a felicidade é algo como um direito, que você tem que persegui-la,
as gaivotas da felicidade não descerão repentinamente. Elas vão dançar acima da sua cabeça - mas elas nunca vão descer para brincar com você, para mover-se com você, para pular e saltar! Não, elas nunca se tornarão um com você. Elas não vão descer em seu ser.

Sim, a felicidade é uma gaivota. A meditação também é uma gaivota. Êxtase é também uma gaivota.

A existência compreende apenas deixar acontecer. Se você está em um relaxamento, você irá alcançar. A existência pode lhe dar bênçãos infinitas, pode dar-lhe saciedade total, contentamento - você pode se tornar um Buda.

A existência está pronta para dar, mas você não está pronto para tomar - porque você está pensando em termos de como arrebatá-la. A existência dá-lhe como presente;
você não pode roubar, você não pode vencer, você não pode alcançar.

...Tudo o que é belo é como gaivotas. 

Lembre-se: nada deve ser feito. A festa já está pronta, você foi convidado. Você pode entrar a partir da porta da frente. Mas você é um tolo, que está tentando entrar na parte de trás da porta - e na existência não há porta de trás.

Você está tentando entrar como um ladrão. A porta da frente está aberta para você, o anfitrião está aguardando nos degraus para recebê-lo - e você está tentando entrar pela porta dos fundos como um ladrão.

A vida não tem portas traseiras. Você não pode roubar a vida... A vida dá e dá infinitamente, incondicionalmente. Deixe as gaivotas descerem e brincar com você, e demorar-se com você na praia. Tudo está pronto. A festa, o anfitrião - tudo está pronto, apenas esperando você entrar pela porta da frente.

Esforço não é necessário - o esforço é pela porta dos fundos. Sem esforço é necessário... A felicidade não é um direito, você não pode persegui-la.
Você tem que convencê-la. É como uma mulher tímida: você tem que cortejá-la, indiretamente.

...Deixe a vida acontecer, não tente forçá-la. Através do fazer, só as coisas inúteis são alcançadas, através do não-fazer - tudo que é belo, tudo o que é sagrado, tudo que é divino".

 

OSHO - Um homem que amava as gaivotas
original : http://www.stum.com.br/conteudo/c.asp?id=12097

domingo, 20 de maio de 2012

O Tempo


  

Todas as criaturas gozam o tempo – raras aproveitam-no.
Corre a oportunidade – espalhando bênçãos.
Arrasta-se o homem – estragando as dádivas recebidas.
Cada dia é um país – de vinte e quatro províncias.
Cada hora é uma província – de sessenta unidades.
O homem, contudo, é o semeador – que não despertou ainda.
Distraído cultivador, pergunta: – que farei?
E o tempo silencioso responde, com ensejos benditos:
De servir – ganhando autoridade.
De obedecer – conquistando o mundo.
De lutar – escalando os céus.
O homem, todavia, – voluntariamente cego.
Roga sempre mais tempo – para zombar da vida,
Porque se obedece – revolta-se orgulhoso,
Se sofre – injuria e blasfema,
Se chamado a conta – lavra reclamações descabidas.
Cientistas – fogem da verdadeira ciência.
Filósofos – ausentam-se dos próprios ensinos.
Religiosos – negam a religião.
Administradores – retiram-se da responsabilidade.
Médicos – subtraem-se à medicina.
Literatos – furtam-se à divina verdade.
Estadistas – centralizam a dominação.
Servidores do povo – buscam interesses privados.
Lavradores – abandonam a terra.
Trabalhadores – escapam do serviço.
Gozadores temporários – entronizam ilusões.
Ao invés de suar no trabalho – apanham borboletas da fantasia
Desfrutam a existência – assassinando-a em si próprios.
Possuem os bens da Terra – acabando possuídos.
Reclamam liberdade – submetendo-se à escravidão.
Mas chega, um dia – porque há sempre um dia mais claro que os outros,
Em que a morte surge – reclamando trapos velhos…
O tempo recolhe, então, apressado – as oportunidades que pareciam sem fim…
E o homem reconhece – tardiamente preocupado,
Que a Eternidade infinita – pede contas do minuto…

ANDRÉ LUIZ
(Do livro “Coletânea do Além”, Francisco C. Xavier – Autores Diversos)

quinta-feira, 17 de maio de 2012

As transformações de nosso tempo não são fruto do acaso

                         VIVA JESUS!
 
Bom-dia! queridos irmãos.
                  
As transformações de nosso tempo não são fruto do acaso

 
Rápidas e radicais. Eis os adjetivos com que podemos qualificar as transformações que vêm ocorrendo no mundo nos últimos anos. Na Europa e em vários lugares, os regimes autoritários deram vez à participação popular por meio do voto. Muito pouco sangue foi derramado em face de mudanças tão grandes. Como num passe de mágica, desapareceu o pânico que era consecutivo às hostilidades das superpotências e aos riscos de uma hecatombe nuclear.

Evidentemente, muitos conflitos ainda persistem e estão longe de acabar. O mundo não está isento de grandes provações e a paz não é uma questão resolvida em nosso globo. Mas ninguém contesta que o planeta apresenta neste início de milênio um cenário bem diferente daquele que, cem anos atrás, fomentou a 1ª Guerra Mundial e os conflitos que se seguiram.

A obra Transcomunicação, de Clóvis S. Nunes, lançada há quase vinte anos pela Edicel, nos levou a pensar que as mudanças políticas e sociais ocorridas na velha Europa, deflagradas em seguida à derrubada do muro de Berlim, coincidiriam com um novo fervilhar de manifestações espíritas semelhante à era das irmãs Fox, cuja consequência foi o advento da Doutrina Espírita. Ney Prieto Peres já havia se referido ao fato em palestra realizada na Universidade Estadual de Londrina no ano anterior.

Milhares de pesquisadores, sobretudo na Alemanha, debruçavam-se então sobre a tentativa de obtenção, por meio de instrumentos eletrônicos, das provas da sobrevivência da alma e do estabelecimento de um intercâmbio regular entre nós e os chamados mortos.

O tempo passou e pouco se avançou nas referidas pesquisas.

Deve haver, certamente, motivos para isso. Talvez não haja soado a hora para que uma nova eclosão de fenômenos espíritas se verifique no Velho Mundo, mas que tal fato ocorrerá não tenhamos dúvida.

Claro que os espíritas brasileiros não necessitam de provas acerca da imortalidade da alma e da possibilidade de intercâmbio entre nós e o plano espiritual. É preciso, contudo, convir que o sucesso da comunicação via instrumento eletrônico, por não poder ser negada pela ciência materialista, há de determinar uma mudança de rumos nos currículos escolares e na visão das diferentes disciplinas científicas. A alma ou Espírito passará a ser, então, objeto de pesquisa e não simplesmente o produto de uma crença particular e mística, em que se apoiam as religiões dogmáticas.

Obviamente, as mudanças rápidas e radicais que já se verificam em nosso mundo não podem ser atribuídas ao mero acaso. Trata-se de um projeto mais amplo, como alguns Espíritos já disseram nas diversas oportunidades em que puderam ser ouvidos nas experiências de transcomunicação instrumental. “Vocês pesquisam aí e nós pesquisamos aqui, sempre com o mesmo objetivo”, eis como se podem resumir as informações que os imortais nos transmitem para dizerem que a vida continua e não se resume ao acanhado cenário do globo em que vivemos.

             Editorial- O Consolador