domingo, 6 de outubro de 2013


A primeira impressão que temos quando ouvimos ou pensamos em aceitar, seja uma pessoa, um fato ou uma circunstância é de que estaremos nos submetendo ou nos subjugando, desistindo de lutar, sendo fracos.

De verdade, se quisermos modificar qualquer aspecto da nossa vida e de nós mesmos, devemos começar aceitando.

A aceitação é detentora de um poder transformador que só quem já experimentou pode avaliar.

É difícil aceitar uma perda material ou afetiva; uma dificuldade financeira; uma doença; uma humilhação; uma traição.

Mas a aceitação é um ato de força interior, sabedoria e humildade, pois existem inúmeras situações que não estão sob o nosso controle.

As pessoas são como são, dificilmente mudam.

Não podemos contar com isso. 

A única pessoa que podemos mudar, somos nós mesmos, portanto, se não houver aceitação, o que estaremos fazendo é insensato, é insano.

Ser resistente, brigar, revoltar-se, negar, deprimir, desesperar, indignar-se, culpar, culpar-se são reações emocionais carregadas de raiva.

Raiva do outro, raiva de si mesmo, raiva da vida.

E a raiva destrói, desagrega.

A aceitação é uma força que desconhecemos porque somos condicionados a lutar, a esbravejar, a brigar.

Aceitar não é desistir, nem tão pouco resignar-se.

Aceitar é estar lúcido do momento presente e se assim a vida se apresenta, assim deve ser.

Tudo está coordenado pela Lei da ação e reação. 

No instante em que aceitamos, desmaterializamos situações que foram criadas por nós, soluções surgem naturalmente através da intuição ou fatos trazem as respostas e as saídas para o problema.

Tudo é movimento.

Nada é permanente. 

A nossa tendência “natural” é resistir, não aceitar, combater tudo o que nos contraria e o que nos gera sofrimento.

Dessa forma prolongamos a situação.

Resistir só nos mantém presos dentro da situação desconfortável, muitas vezes perpetuando e tornando tudo mais complicado e pesado.

Quando não aceitamos nos tornamos amargos, revoltados, frustrados, insatisfeitos, cheios de rancor e tristeza, e esses padrões mentais e emocionais criam mais dificuldades, nunca trazem solução.

Aceitar é expandir a consciência e encontrar respostas, soluções, alívio.

Aceitar é o que nos da confiança.

É fundamental entender que aceitar não significa desistir e seguir adiante com otimismo.

Ter muitos propósitos a serem atingidos é nossa atitude saudável diante da vida.

Aceitar se refere ao momento presente, ao agora. 

No instante que você aceita, você se entrega ao que a vida quer lhe oferecer.

Novas ideias surgem para prosseguir na direção desejada, saindo do sofrimento.







original : http://www.espiritbook.com.br/profiles/blog/show?id=6387740%3ABlogPost%3A1366151&xgs=1&xg_source=msg_share_post

domingo, 29 de setembro de 2013


O PERDÃO É O CAMINHO PARA A PAZ INTERIOR.
PARA QUE SERVE O PERDÃO?
O perdão liberta-nos do passado. O perdão permite dissolver as crenças que nos aprisionam O perdão oferece a possibilidade da paz interior. Quando perdoamos e somos perdoados, as nossas vidas transformam-se.
As doces promessas do perdão são mantidas. E começamos uma nova relação conosco e com o mundo.
O QUE É O PERDÃO?
Perdão é um ato de amor para consigo mesmo
Perdão é para si mesmo e não para o autor da afronta.
Perdão é recuperar nosso poder pessoal.
Perdão é assumir a responsabilidade pelo como nos sentimos.
Perdão é uma atitude que cura ou melhora a saúde física, emocional e mental.
Perdão é uma escolha.
Perdoar não significa que tenhamos que mudar o nosso comportamento em relação ao autor da ofensa
Perdoar é uma atitude interna. (Não obriga a voltar a relacionar-me com quem me ofendeu ou a quem ofendi)
Para perdoar não é preciso comunicar verbalmente ao autor da ofensa que está perdoado e muitas vezes as pessoas com quem estamos mais ofendidos ou zangados são aquelas que não podemos contatar.
Perdoar só precisa de uma mudança na percepção, outra maneira de ver as pessoas e as circunstâncias que nos causam dor e sofrimento.
Perdoar é uma decisão de ver além dos limites da nossa personalidade, de ver além dos medos, neuroses e erros. Perdoar é um modo de encarar a vida que nos vai transformando aos poucos de vítimas indefesas em autores e criadores responsáveis da nossa realidade.
O que o Perdão não é:
Perdão não é fechar os olhos para a falta de amabilidade O perdão não significa indiferença ou inércia perante a violação de direitos pessoais ou sociais.
Perdão não precisa ser uma experiência religiosa ou sobrenatural.
Perdão não significa reconciliar-se com o autor da afronta.
Perdão não significa desistir de ter sentimentos.
O PERDÃO É ANTES UMA ATITUDE INTERNA QUE OPERA UMA MUDANÇA DE PERCEPÇÃO DO EU, DO OUTRO E DAS CIRCUNSTÃNCIAS.
EFEITOS DO PERDÃO
O perdão permite viver a vida sem mágoas. Livres do passado e sem recear o futuro. Por isso alivia e previne o stress.
O Perdão cura sintomas físicos e doenças.
O perdão ancora a aceitação, permite viver o momento presente e a fluir e a confiar no processo da vida.
O perdão liberta-nos dos ressentimentos e do sentimento de culpa e da Ira.
Abre-nos a porta para a expressão assertiva e adequada da nossa raiva.
Pessoas que culpam outras pelos seus problemas ou dificuldades apresentam índices mais altos de doenças cardiovasculares e cancro.
Mesmo quem já sofreu perdas devastadoras pode e deve aprender a perdoar, tal atitude irá possibilitar-lhes aliviar e curar os sentimentos de perda e acelerar o normal fluir do bem e da prosperidade nas suas vidas.
AUTO-PERDÃO O MAIOR DESAFIO:
Perdoar a si mesmo é o maior desafio a vivenciar, é o processo de aprender a amar e a se aceitar a si mesmo.
Além de que só somos capazes de perdoar os outros quando aprendemos a perdoar a nós mesmos.
No auto perdão, costuma haver uma grande resistência, pois ele requer uma mudança de atitude significativa, uma morte.
Que morte é essa? É um morrer para os velhos hábitos, morrer para a culpa, a vergonha e a autocrítica, a autocomiseração, o ressentimento e o coitadinho de mim.
Quantas vezes condicionamos o auto perdão a circunstâncias diferentes do momento?
O auto -perdão pressupõe uma tremenda honestidade para consigo mesmo na determinação de qual autocrítica, ou qual crença limitativa é preciso abandonar para podermos perdoar -nos?
O auto-perdão é um grande renascimento.
Permita-te.
Mas, Responsabiliza-te….
Constrói o teu caminhar de forma a sempre perdoar e ser perdoado.
O perdão é o caminho para a paz interior e para a tua autenticidade.

Que a paz interior banhe as margens do teu caminho.


sábado, 21 de setembro de 2013

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sábado, 24 de agosto de 2013


Ajuda

Harmonizar nossas personalidades é o maior desafio que podemos encarar. 
As três qualidades que nos permitem
melhor alcançar este desafio são: 
amor, misericórdia e perdão. 
Primeiro e mais do que tudo, 
para nós mesmos. 
Seja misericordioso e perdoe a si mesmo. 
E com amor, esqueça as coisas 
do passado e siga adiante. 
Então você será capaz de ter sentimentos reais de perdão e amor pelos outros. 
Esta é a forma mais verdadeira de ajuda.

Dadi Janki


Pensa Positivo 

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Palavras de S. Germain

       PALAVRAS DO BEM-AMADO MESTRE SAINT GERMAIN
O PODER CONTIDO NA VERBALIZAÇÃO DO “EU SOU”

“EU SOU” – Atividade plena de Deus – é Vida manifestada, Deus em ação. 

Quando dizeis “EU SOU” ou pensais, liberais a Fonte da eterna e imorredoura Vida que fluirá ao longo de seu curso, imperturbavelmente. Em outras palavras: abris amplamente a porta ao seu escoamento natural e sabei que a tendência natural da vida é a abundância de 
todo o Bem - amor, paz, beleza, harmonia, prosperidade, perfeição e alegria. Quando dizeis “EU SOU”, atuais com o Divino Poder que dissolve barreiras e resistências e a Energia de Deus em Ação manifesta-se em vossas vidas. 
Se ao contrário afirmardes “eu não sou”, fechais a porta à influência de todo o Bem.
O estudante ao esforçar-se para compreender e aplicar esta poderosa Lei, deve exercer severa vigilância sobre seus pensamentos e palavras, 
pois sempre que afirmar : “eu não sou”, “eu não posso”, “eu não tenho” 
estará limitando a ação da Energia Divina.

Podeis avaliar o quanto é importante para vós o conhecimento e a vivência destes ensinamentos, principalmente se costumais usar em vossas expressões o Divino Princípio de Atividade Universal “EU SOU”
 
Em nome de Deus, peço-vos queridos discípulos, observai-vos e evitai o uso de tudo que possa retardar vossa libertação, pois enquanto estimulardes em vossas vidas as condições adversas, estareis fatalmente impedindo vosso próprio progresso. 
 Declarai sempre, com fervor: “EU SOU” o “EU SOU” 

Trechos isolados, extraídos do " O Livro de Ouro " -  Saint Germain

terça-feira, 18 de junho de 2013


O QUE É ESPIRITUALIDADE?

Espiritualidade não é uma religião, não é uma doutrina, não é o sacerdócio, não é uma crença e nem uma opinião.

Espiritualidade é um modo de vida, é um estado de espírito, é uma abertura mental, é uma aspiração à transcendência.

Espiritualidade é sentir arder uma chama interior que ilumina nosso caminho no caos e nas trevas que vivemos no mundo.

Espiritualidade é a confiança expressa nas palavras “Ainda que eu ande pelo vale da sombra e da morte, nada temerei.”

Espiritualidade é entender que somos como crianças tomando uma vacina, que machuca muito na hora, negamos, gritamos e esperneamos, mas que depois imuniza nosso espírito.

Espiritualidade é ir além, é a consciência de que a vida não se encerra na morte, de que é preciso haver continuidade dentro da descontinuidade. De que tudo que começa, termina; tudo que nasce, morre; tudo que vai, volta. De que para cada problema há uma solução, para cada lágrima derramada há sempre um consolo e para cada perda há sempre um ganho.

Espiritualidade é reconhecer um propósito em todas as coisas, e recusar a existência da sorte, do azar e do acaso. É ter paciência e confiar que, um dia, o significado de tudo será desvendado.

Espiritualidade é dar de si mesmo, é renunciar ao pequeno para obter algo maior, é abdicar de nossas pequenas posses para ganhar tudo o que sempre nos pertenceu. É fazer das florestas do mundo nosso jardim, é fazer do céu o nosso teto, é fazer dos mares e rios a nossa piscina, é fazer da Terra a nossa casa. É cuidar do tudo, de cada ser e coisa, e não apenas de nossos escassos bens terrenos.

Espiritualidade é ver por dentro, é não se deixar levar pelas aparências, é reconhecer o essencial em cada mínimo aspecto da vida, é satisfazer-se com pouco para obter muito, é rasgar o véu da ilusão e desejar entender o mistério da vida.

Espiritualidade é pedir pouco e agradecer muito. É dar muito e nada pedir em troca. É fazer sem esperar retribuições. É perdoar, é arrepender-se, é refazer, é renovar, é reaprender a ver o mundo e a si mesmo.

Espiritualidade é fazer do seu professor o lírio do campo, as árvores ao vento, a tempestade nebulosa, o orvalho numa flor, a borboleta esvoaçando, o rio fluindo, os pássaros cantando. É aprender com a mais insignificante criatura.

Espiritualidade é deixar o humano morrer para o divino nascer. É trazer o céu para a Terra. É viver na Terra o céu que desejamos após a morte. É debruçar-se no inferno resgatando as almas perdidas e errantes. É ser uma luz no meio da escuridão.

Espiritualidade é dormir quando se tem sono, é comer quando se tem fome, é olhar a montanha e ver a montanha, é molhar as mãos no rio e sentir o frescor das águas, é ver aquilo que está ali, é não intelectualizar tudo, é sentir a essência das coisas e mergulhar na essência da vida.

Espiritualidade é estender a mão aos que sofrem, é dar conforto aos que choram, é dar abrigo aos sem teto, é dar conselhos aqueles que se perderam, é esclarecer aqueles que têm dúvidas, é dar de si mesmo em prol de todos, é fazer o bem pelo bem, é morrer pela verdade para renascer na plenitude.

Espiritualidade é dispensar as palavras e os discursos fúteis e navegar nas paragens do silêncio interior. É aprender a ouvir a vida, a ouvir a si mesmo, a diminuir a corrente dos pensamentos, é tranquilizar o turbilhão das emoções, é fazer circular as energias, é deixar tudo fluir.

Espiritualidade é viver na simplicidade, naturalidade e na espontaneidade. É libertar-se de tudo o que é passageiro, perecível, transitório. É mergulhar na vida sem medo, sem travas, sem amarras, sem correntes, sem bloqueios. É viver, e apenas viver, sentindo a vida como ela é. É não precisar de nada, não depender de coisa alguma, não se deixar influenciar pelas marés agitadas da confusão.

Espiritualidade é libertação, é humildade, é fé, é amor e é esperança.



Original de: Hugo Lapa
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segunda-feira, 10 de junho de 2013

Faça o bem a SI MESMO


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     Escuta, ó homem, esta grande verdade: todo o mal que aos outros fazes, duplamente o fazes a ti mesmo.
     Para os outros é um mal externo -  para ti mesmo é um mal central.
     Para quem o sofre, é um mal extrínseco - para quem o pratica é um mal interno.
     Ninguém pode fazer  mal ao próximo sem fazer  mal a si mesmo.
     Não pode deixar de ser mau quem o mal produz - mas pode ser bom quem sofre o mal.
     "Não pode a árvore má produzir frutos bons - nem a árvore boa produzir frutos maus".
     O efeito do mal é transitório em quem o sofre - mas é permanente no sujeito que o produz.
     Não digas: "Fiz mal, arrependi-me - e é tudo como dantes" - ilusão funesta!
     Pelo arrependimento, sim, foi lavada a nódoa moral - permanece, porém, na alma a mancha psíquica.
     O mal, conscientemente praticado , estratifica nas profundezas do subconsciente nova camada de hábito vicioso - e deste subsolo funesto irradiam ondas mortíferas para a zona do consciente.
     Todo ato mau, favorece futuras quedas e recaídas - e dificulta a recuperação.
     Todo ato mau aumenta o declive do plano inclinado que o hábito vicioso criou em tua natureza - e quem pode manter-se firme num declive escorregadio?  
     Por isso, meu amigo, o maior bem que a ti mesmo podes fazer é fazer o bem aos outros - bem por amor ao bem.
    O amor que aos outros faz bem, faz tanto bem a ti mesmo que até te faz bom.
     Por isso Jesus dizia que devemos amar ao próximo como a nós mesmos.
     Educa-te, ó homem, a ti mesmo e aos teus, para o idealismo do bem. 
     Faze o bem por amor ao bem - dentro de ti mesmo e aos outros.
     O único meio de fazeres bem aos outros e a ti mesmo é seres bom, intimamente bom.
     O único meio de melhorares o mundo é praticares o Evangelho da bondade sincera, o Evangelho do amor desinteressado, o Evangelho da bem querença universal.
     "Deus é amor - quem permanece no amor permanece em Deus" (S. João).
     "O reino de Deus está dentro de vós" (Jesus).