sábado, 21 de setembro de 2013
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sábado, 24 de agosto de 2013
Ajuda
Harmonizar nossas personalidades é o maior desafio que podemos encarar.
As três qualidades que nos permitem
melhor alcançar este desafio são:
amor, misericórdia e perdão.
Primeiro e mais do que tudo,
para nós mesmos.
Seja misericordioso e perdoe a si mesmo.
E com amor, esqueça as coisas
do passado e siga adiante.
Então você será capaz de ter sentimentos reais de perdão e amor pelos outros.
Esta é a forma mais verdadeira de ajuda.
Dadi Janki
Pensa Positivo
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Palavras de S. Germain
PALAVRAS DO BEM-AMADO MESTRE SAINT GERMAIN
O PODER CONTIDO NA VERBALIZAÇÃO DO “EU SOU”
“EU SOU” – Atividade plena de Deus – é Vida manifestada, Deus em ação.
“EU SOU” – Atividade plena de Deus – é Vida manifestada, Deus em ação.
Quando dizeis “EU SOU” ou pensais, liberais a Fonte da eterna e imorredoura Vida que fluirá ao longo de seu curso, imperturbavelmente. Em outras palavras: abris amplamente a porta ao seu escoamento natural e sabei que a tendência natural da vida é a abundância de
todo o Bem - amor, paz, beleza, harmonia, prosperidade, perfeição e alegria. Quando dizeis “EU SOU”, atuais com o Divino Poder que dissolve barreiras e resistências e a Energia de Deus em Ação manifesta-se em vossas vidas.
Se ao contrário afirmardes “eu não sou”, fechais a porta à influência de todo o Bem.
O estudante ao esforçar-se para compreender e aplicar esta poderosa Lei, deve exercer severa vigilância sobre seus pensamentos e palavras,
O estudante ao esforçar-se para compreender e aplicar esta poderosa Lei, deve exercer severa vigilância sobre seus pensamentos e palavras,
pois sempre que afirmar : “eu não sou”, “eu não posso”, “eu não tenho”
estará limitando a ação da Energia Divina.
Podeis avaliar o quanto é importante para vós o conhecimento e a vivência destes ensinamentos, principalmente se costumais usar em vossas expressões o Divino Princípio de Atividade Universal “EU SOU”
Em nome de Deus, peço-vos queridos discípulos, observai-vos e evitai o uso de tudo que possa retardar vossa libertação, pois enquanto estimulardes em vossas vidas as condições adversas, estareis fatalmente impedindo vosso próprio progresso. Declarai sempre, com fervor: “EU SOU” o “EU SOU”
Trechos isolados, extraídos do " O Livro de Ouro " - Saint Germain
Podeis avaliar o quanto é importante para vós o conhecimento e a vivência destes ensinamentos, principalmente se costumais usar em vossas expressões o Divino Princípio de Atividade Universal “EU SOU”
Em nome de Deus, peço-vos queridos discípulos, observai-vos e evitai o uso de tudo que possa retardar vossa libertação, pois enquanto estimulardes em vossas vidas as condições adversas, estareis fatalmente impedindo vosso próprio progresso. Declarai sempre, com fervor: “EU SOU” o “EU SOU”
Trechos isolados, extraídos do " O Livro de Ouro " - Saint Germain
terça-feira, 18 de junho de 2013
O
QUE É ESPIRITUALIDADE?
Espiritualidade não é uma religião, não é uma doutrina, não é o sacerdócio, não é uma crença e nem uma opinião.
Espiritualidade é um modo de vida, é um estado de espírito, é uma abertura mental, é uma aspiração à transcendência.
Espiritualidade é sentir arder uma chama interior que ilumina nosso caminho no caos e nas trevas que vivemos no mundo.
Espiritualidade é a confiança expressa nas palavras “Ainda que eu ande pelo vale da sombra e da morte, nada temerei.”
Espiritualidade é entender que somos como crianças tomando uma vacina, que machuca muito na hora, negamos, gritamos e esperneamos, mas que depois imuniza nosso espírito.
Espiritualidade é ir além, é a consciência de que a vida não se encerra na morte, de que é preciso haver continuidade dentro da descontinuidade. De que tudo que começa, termina; tudo que nasce, morre; tudo que vai, volta. De que para cada problema há uma solução, para cada lágrima derramada há sempre um consolo e para cada perda há sempre um ganho.
Espiritualidade é reconhecer um propósito em todas as coisas, e recusar a existência da sorte, do azar e do acaso. É ter paciência e confiar que, um dia, o significado de tudo será desvendado.
Espiritualidade é dar de si mesmo, é renunciar ao pequeno para obter algo maior, é abdicar de nossas pequenas posses para ganhar tudo o que sempre nos pertenceu. É fazer das florestas do mundo nosso jardim, é fazer do céu o nosso teto, é fazer dos mares e rios a nossa piscina, é fazer da Terra a nossa casa. É cuidar do tudo, de cada ser e coisa, e não apenas de nossos escassos bens terrenos.
Espiritualidade é ver por dentro, é não se deixar levar pelas aparências, é reconhecer o essencial em cada mínimo aspecto da vida, é satisfazer-se com pouco para obter muito, é rasgar o véu da ilusão e desejar entender o mistério da vida.
Espiritualidade é pedir pouco e agradecer muito. É dar muito e nada pedir em troca. É fazer sem esperar retribuições. É perdoar, é arrepender-se, é refazer, é renovar, é reaprender a ver o mundo e a si mesmo.
Espiritualidade é fazer do seu professor o lírio do campo, as árvores ao vento, a tempestade nebulosa, o orvalho numa flor, a borboleta esvoaçando, o rio fluindo, os pássaros cantando. É aprender com a mais insignificante criatura.
Espiritualidade é deixar o humano morrer para o divino nascer. É trazer o céu para a Terra. É viver na Terra o céu que desejamos após a morte. É debruçar-se no inferno resgatando as almas perdidas e errantes. É ser uma luz no meio da escuridão.
Espiritualidade é dormir quando se tem sono, é comer quando se tem fome, é olhar a montanha e ver a montanha, é molhar as mãos no rio e sentir o frescor das águas, é ver aquilo que está ali, é não intelectualizar tudo, é sentir a essência das coisas e mergulhar na essência da vida.
Espiritualidade é estender a mão aos que sofrem, é dar conforto aos que choram, é dar abrigo aos sem teto, é dar conselhos aqueles que se perderam, é esclarecer aqueles que têm dúvidas, é dar de si mesmo em prol de todos, é fazer o bem pelo bem, é morrer pela verdade para renascer na plenitude.
Espiritualidade é dispensar as palavras e os discursos fúteis e navegar nas paragens do silêncio interior. É aprender a ouvir a vida, a ouvir a si mesmo, a diminuir a corrente dos pensamentos, é tranquilizar o turbilhão das emoções, é fazer circular as energias, é deixar tudo fluir.
Espiritualidade é viver na simplicidade, naturalidade e na espontaneidade. É libertar-se de tudo o que é passageiro, perecível, transitório. É mergulhar na vida sem medo, sem travas, sem amarras, sem correntes, sem bloqueios. É viver, e apenas viver, sentindo a vida como ela é. É não precisar de nada, não depender de coisa alguma, não se deixar influenciar pelas marés agitadas da confusão.
Espiritualidade é libertação, é humildade, é fé, é amor e é esperança.
Original de: Hugo Lapa
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segunda-feira, 10 de junho de 2013
Faça o bem a SI MESMO
Escuta, ó homem, esta grande verdade: todo o mal que aos outros fazes, duplamente o fazes a ti mesmo.
Para os outros é um mal externo - para ti mesmo é um mal central.
Para quem o sofre, é um mal extrínseco - para quem o pratica é um mal interno.
Ninguém pode fazer mal ao próximo sem fazer mal a si mesmo.
Não pode deixar de ser mau quem o mal produz - mas pode ser bom quem sofre o mal.
"Não pode a árvore má produzir frutos bons - nem a árvore boa produzir frutos maus".
O efeito do mal é transitório em quem o sofre - mas é permanente no sujeito que o produz.
Não digas: "Fiz mal, arrependi-me - e é tudo como dantes" - ilusão funesta!
Pelo arrependimento, sim, foi lavada a nódoa moral - permanece, porém, na alma a mancha psíquica.
O mal, conscientemente praticado , estratifica nas profundezas do subconsciente nova camada de hábito vicioso - e deste subsolo funesto irradiam ondas mortíferas para a zona do consciente.
Todo ato mau, favorece futuras quedas e recaídas - e dificulta a recuperação.
Todo ato mau aumenta o declive do plano inclinado que o hábito vicioso criou em tua natureza - e quem pode manter-se firme num declive escorregadio?
Por isso, meu amigo, o maior bem que a ti mesmo podes fazer é fazer o bem aos outros - bem por amor ao bem.
O amor que aos outros faz bem, faz tanto bem a ti mesmo que até te faz bom.
Por isso Jesus dizia que devemos amar ao próximo como a nós mesmos.
Educa-te, ó homem, a ti mesmo e aos teus, para o idealismo do bem.
Faze o bem por amor ao bem - dentro de ti mesmo e aos outros.
O único meio de fazeres bem aos outros e a ti mesmo é seres bom, intimamente bom.
O único meio de melhorares o mundo é praticares o Evangelho da bondade sincera, o Evangelho do amor desinteressado, o Evangelho da bem querença universal.
"Deus é amor - quem permanece no amor permanece em Deus" (S. João).
"O reino de Deus está dentro de vós" (Jesus).
original no site:http://www.espiritbook.com.br/profiles/blog/show?id=6387740%3ABlogPost%3A940108&xgs=1&xg_source=msg_share_post
terça-feira, 28 de maio de 2013
Em momentos de dor...
Em momentos de dor e angústia o ser humano geralmente necessita de uma palavra de consolo, de um abraço amigo.
Em momentos de dor a angústia é tamanha que não enxerga ao seu lado o amparo que necessita.
Quanto sofrimento ao sentir que o mundo foge aos seus pés sem achar a solução para suas dificuldades.
Muitas vezes se desespera, achando que não aguentará tanto sofrimento e até pensa em desistir de tudo.
E apesar de não enxergar o Divino amparo, é nestes momentos que é mais amparado.
É nos momentos de dor que a Espiritualidade Maior atua incondicionalmente, procurando dar a força e lenitivo necessário que o ser humano necessita para enfrentar as diversidades da vida.
É quando se está no fundo do poço que a mão do Pai se levanta para erguer seu filho tão amado.
É nos momentos de dor, quando tudo parece desabar que somos mais fortes para enfrentar o que a vida nos apresenta.
A cada dia o Pai da Vida nos oferta a benção da vida e nos convida a seguir em frente.
É nos momentos de dor que mais crescemos e amadurecemos, nos fortalecendo para os dias que virão.
É em cada momento de dor que nossos anjos guardiões nos acolhem em seus braços, nos ajudando a não desistir da benção da vida, nos aproximando da luz que irradia a nossa volta e que brilhará independente de nosso sofrimento.
Aproveitemos cada minuto de nossa vida para, mesmo nos momentos de dor, seguir em frente com fé, coragem e resignação, para que quando olharmos para trás compreendermos que os momentos de dor também passaram...
Por: Rita Ramos Cordeiro
Fonte: http://ritaramoscordeiro.blogspot.com.br/
Em momentos de dor e angústia o ser humano geralmente necessita de uma palavra de consolo, de um abraço amigo.
Em momentos de dor a angústia é tamanha que não enxerga ao seu lado o amparo que necessita.
Quanto sofrimento ao sentir que o mundo foge aos seus pés sem achar a solução para suas dificuldades.
Muitas vezes se desespera, achando que não aguentará tanto sofrimento e até pensa em desistir de tudo.
E apesar de não enxergar o Divino amparo, é nestes momentos que é mais amparado.
É nos momentos de dor que a Espiritualidade Maior atua incondicionalmente, procurando dar a força e lenitivo necessário que o ser humano necessita para enfrentar as diversidades da vida.
É quando se está no fundo do poço que a mão do Pai se levanta para erguer seu filho tão amado.
É nos momentos de dor, quando tudo parece desabar que somos mais fortes para enfrentar o que a vida nos apresenta.
A cada dia o Pai da Vida nos oferta a benção da vida e nos convida a seguir em frente.
É nos momentos de dor que mais crescemos e amadurecemos, nos fortalecendo para os dias que virão.
É em cada momento de dor que nossos anjos guardiões nos acolhem em seus braços, nos ajudando a não desistir da benção da vida, nos aproximando da luz que irradia a nossa volta e que brilhará independente de nosso sofrimento.
Aproveitemos cada minuto de nossa vida para, mesmo nos momentos de dor, seguir em frente com fé, coragem e resignação, para que quando olharmos para trás compreendermos que os momentos de dor também passaram...
Por: Rita Ramos Cordeiro
Fonte: http://ritaramoscordeiro.blogspot.com.br/
quarta-feira, 22 de maio de 2013
MEDITAÇÃO DA SERENIDADE
O Espírito Joanna de Ângelis, através da mediunidade de Divaldo Franco, propõe a seguinte meditação, na forma de autossugestão:
A serenidade Divina invade-me após o cumprimento dos deveres.
Compreendo a minha responsabilidade no conjunto da vida em que me encontro e desligo-me dos conflitos.
Lúcido, avanço, passo a passo, na conquista da consciência e harmonizo-me, integrando-me no conjunto da obra de Deus.
Sereno e confiante, nada de mal me atinge.
* * *
A serenidade é pedra angular das edificações morais e espirituais da criatura humana, sem a qual muito difíceis se tornam as realizações.
Resulta de uma conduta correta e uma consciência imparcial, que proporcionam a visão real dos acontecimentos, bem como facultam a identificação dos objetivos da vida, que merecem os valiosos investimentos da existência corporal.
A serenidade é o estado de consentimento entre o dever e o direito, que se harmonizam a benefício do indivíduo.
Quando se adquire a consciência asserenada, enfrenta-se toda e qualquer situação com equilíbrio, nunca se permitindo desestruturar.
As ocorrências, as pessoas e os fenômenos existenciais são considerados nos seus verdadeiros níveis de importância, não se tornando motivo de aflição, por piores se apresentem.
A pessoa serena é feliz, porque superou os apegos e os desapegos, a ilusão e os desejos, mantendo-se em harmonia em qualquer situação.
Equilibrada, não se faz vítima de extremos, elegendo o “caminho do meio” como decisão firme, inquebrantável.
* * *
A serenidade não é quietação exterior, indiferença, mas, plenitude da ação, destituída de ansiedade ou de receio, de pressa ou de insegurança.
Jesus, no fragor de todas as batalhas, no expressivo poema das bem-aventuranças ou sendo crucificado, manteve a serenidade, embora de maneiras diferentes, destemido e seguro de si mesmo, com absoluta confiança em Deus.
Os mártires conheceram a serenidade que o ideal lhes deu, em todas as áreas nas quais lutaram, e, por isso mesmo, não foram atingidos pela impiedade, nem pela perseguição dos maus.
A serenidade provém, igualmente, da certeza, da confiança no que se sabe, se faz e se é.
Assim, estudemos a nós mesmos e nos amemos, elegendo o melhor, o duradouro para os nossos dias, e nunca recuaremos.
No entanto, se errarmos, se nos comprometermos, se nos arrependermos, antes que a culpa nos perturbe, refaçamos o equívoco, recuperando-nos e reconquistando a serenidade.
Sem ela, experimentaremos sofrimentos que poderíamos evitar, e que nos impedem o avanço.
Serenidade é vida.
* * *
A serenidade Divina invade-me após o cumprimento dos deveres.
Compreendo a minha responsabilidade no conjunto da vida em que me encontro e desligo-me dos conflitos.
Lúcido, avanço, passo a passo, na conquista da consciência e harmonizo-me, integrando-me no conjunto da obra de Deus.
Sereno e confiante, nada de mal me atinge.
A serenidade Divina invade-me após o cumprimento dos deveres.
Compreendo a minha responsabilidade no conjunto da vida em que me encontro e desligo-me dos conflitos.
Lúcido, avanço, passo a passo, na conquista da consciência e harmonizo-me, integrando-me no conjunto da obra de Deus.
Sereno e confiante, nada de mal me atinge.
* * *
A serenidade é pedra angular das edificações morais e espirituais da criatura humana, sem a qual muito difíceis se tornam as realizações.
Resulta de uma conduta correta e uma consciência imparcial, que proporcionam a visão real dos acontecimentos, bem como facultam a identificação dos objetivos da vida, que merecem os valiosos investimentos da existência corporal.
A serenidade é o estado de consentimento entre o dever e o direito, que se harmonizam a benefício do indivíduo.
Quando se adquire a consciência asserenada, enfrenta-se toda e qualquer situação com equilíbrio, nunca se permitindo desestruturar.
As ocorrências, as pessoas e os fenômenos existenciais são considerados nos seus verdadeiros níveis de importância, não se tornando motivo de aflição, por piores se apresentem.
A pessoa serena é feliz, porque superou os apegos e os desapegos, a ilusão e os desejos, mantendo-se em harmonia em qualquer situação.
Equilibrada, não se faz vítima de extremos, elegendo o “caminho do meio” como decisão firme, inquebrantável.
* * *
A serenidade não é quietação exterior, indiferença, mas, plenitude da ação, destituída de ansiedade ou de receio, de pressa ou de insegurança.
Jesus, no fragor de todas as batalhas, no expressivo poema das bem-aventuranças ou sendo crucificado, manteve a serenidade, embora de maneiras diferentes, destemido e seguro de si mesmo, com absoluta confiança em Deus.
Os mártires conheceram a serenidade que o ideal lhes deu, em todas as áreas nas quais lutaram, e, por isso mesmo, não foram atingidos pela impiedade, nem pela perseguição dos maus.
A serenidade provém, igualmente, da certeza, da confiança no que se sabe, se faz e se é.
Assim, estudemos a nós mesmos e nos amemos, elegendo o melhor, o duradouro para os nossos dias, e nunca recuaremos.
No entanto, se errarmos, se nos comprometermos, se nos arrependermos, antes que a culpa nos perturbe, refaçamos o equívoco, recuperando-nos e reconquistando a serenidade.
Sem ela, experimentaremos sofrimentos que poderíamos evitar, e que nos impedem o avanço.
Serenidade é vida.
* * *
A serenidade Divina invade-me após o cumprimento dos deveres.
Compreendo a minha responsabilidade no conjunto da vida em que me encontro e desligo-me dos conflitos.
Lúcido, avanço, passo a passo, na conquista da consciência e harmonizo-me, integrando-me no conjunto da obra de Deus.
Sereno e confiante, nada de mal me atinge.
Pensemos nisso.
Redação do Momento Espírita, com base no cap.16 do livro
"Momentos de Saúde", pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia
de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Fonte: Centro Espírita Kardecista No Caminho Da Luz
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