domingo, 5 de junho de 2011

Despertadores


Despertadores 
(Roberto Shinyashiki)

Na Índia, os mestres sempre dizem: os problemas são despertadores que tentam acordar as pessoas para a vida.
Aproveite para acordar logo, antes que o próximo despertador faça mais barulho.
Pense nisso:
O que essa dificuldade está querendo mostrar a você?
Problemas são avisos que a vida nos envia para corrigir algo que não estamos fazendo bem.
Problemas e doenças são sinais de emergência para que possamos transformar nossas vidas.
Aliás, problemas e doenças guardam muita semelhança entre si.
Infelizmente, a maioria das pessoas, quando fica doente, cai num lamentável estado de prostração ou simplesmente toma remédio para tratar os sintomas em vez de fazer uma pausa para refletir sobre os avisos que essa doença está enviando.
São poucos os que se perguntam: "Por que meu organismo ficou enfraquecido e permitiu que a doença o atacasse?
"Uma doença é sempre um aviso, embora muita gente não preste atenção nele".
Assim como os problemas, os sintomas vão piorando na tentativa de fazer com que você entenda o recado.
No começo pode ser uma leve dor de cabeça um recado para que você pare e analise o que está faltando em sua vida.
Mas você não tem tempo, toma um analgésico e nem percebe direito que a dor está aumentando. Então a dor piora, mas você vai à acupuntura para aliviá-la e não presta atenção quando o médico diz que o tratamento é paliativo e que você precisa mudar seu estilo de vida para eliminar as causas da doença.
As doenças são recados que precisamos levar a sério, principalmente as doenças que se repetem.
Dores de cabeça, alergias de pele, má digestão, todos esses distúrbios querem nos mostrar algo. Saber procurar e achar as causas deles é uma atitude muito sábia.
Nossos "inimigos", da mesma forma que os problemas e as doenças, são gritos de alerta para cuidarmos de algo que não está certo em nossa vida.  
Quando os ouvimos com atenção, nossos "inimigos" podem se transformar em maravilhosas alavancas de crescimento pessoal.
Assim como as doenças e os inimigos, os problemas nos enviam avisos que precisamos aprender a decodificar.  Se você tem um problema que está se repetindo em sua vida, é chegada a hora de fazer uma análise do seu significado para poder superá-lo.
E tenha muito claro que, no momento em que supera um problema que o acompanha por algum tempo, uma nova pessoa nasce dentro de você
.

Evangelho no Lar
Postado por : Rosângela Ivan Felicio 

Decisão de Ser Feliz


Decisão de Ser Feliz

Empenha-te ao máximo para tornar tua vida agradável a ti mesmo e aos outros.
É importante que, tudo quanto faças, apresente um significado positivo,
motivador de novos estímulos para o prosseguimento da tua existência,
que se deve caracterizar por experiências enriquecedoras.
Se as pessoas que te cercam não concordarem com a tua opção de ser feliz, não te desconsoles, e, sem qualquer agressão, continua gerando bem-estar.
És a única pessoa com quem contarás para estar contigo, desde o berço até o túmulo, e depois dele, como resultado dos teus atos...

Gerar simpatia, produzindo estímulos otimistas para ti mesmo, representa um crescimento emocional significativo, a maturidade psicológica em pleno desabrochar.

É relevante que o teu comportamento produza um intercambio agradável, caricioso, com as demais pessoas.

No entanto, se não te prazercomprazer, transformar-se-á em tormento,
induzindo-te a atitudes perturbadoras, desonestas.
Tuas mudanças e atitudes afetam aqueles com os quais convives.
É natural, portanto, que te plenificando, brindem-te com mais recursos
para a geração de alegrias em volta de ti.
Todos os grandes líderes da Humanidade lutaram até lograr sua meta, alcançar o que haviam eleito como felicidade, como fundamental
para a contínua busca.
  • Buda renunciou a todo conforto principesco para atingir a iluminação.
  • Maomé sofreu perseguições e permaneceu indômito até lograr sua meta.
  • Gandhi foi preso inúmeras vezes, sem reagir, fiel aos planos da não-violência e da liberdade para o seu povo.
  • E Jesus preferiu a cruz infamante à mudança de comportamento fixado no amor.
Todos quantos anelam pela integração com a Consciência Cósmica geram simpatia e animosidade no mundo, estando sempre a braços com os sentimentos desencontrados dos outros, porém fiéis a si mesmos, com quem sempre contam, tanto quanto, naturalmente, com Deus.
Quando se elege uma existência enriquecida de paz e bem-estar, não se está eximindo ao sofrimento,às lutas, às dificuldades que aparecem.
Pelo contrário, eles sempre surgem como desafios perturbadores, que a pessoa deve enfrentar, sem perder o rumo nem alterar o prazer que experimenta na preservação do comportamento eleito.
Transforma, dessa maneira, os estímulos afligentes em contribuição positiva, não se lamentando, não sofrendo, não desistindo.
Quem, na luta, apenas vê sofrimento, possui conduta patológica, necessitando de tratamento adequado.
A vida é bênção, e deve ser mantida saudável, alegre, promissora,
mesmo quando sob a injunção libertadora de provas e expiações.
Tornando tua vida agradável, serão frutíferos e ensolarados todos os teus dias.

Joanna de Ângelis

CRISES SEM DOR


CRISES SEM DOR


Fáceis de reconhecer as crises abertas.

Provação exteriorizada, dificuldade à vista.

Surgem, comumente, na forma de moléstias, desencantos, acidentes ou suplícios do coração, atraindo o concurso espontâneo das circunstantes a que se escoram as vítimas, vencendo, com serenidade e valor, tormentosos dias de angústia, como quem atravessa, sem maiores riscos, longos túneis de aflição.

Temos, porém, calamitosas crises sem dor, as que se escondem sob a segurança de superfície:

- quando nos acomodamos com a inércia, a pretexto de haver trabalhado em demasia...

- nas ocasiões em que exigimos se nos faça o próximo arrimo indébito no jogo da usura ou no ataque da ambição...

- qualquer que seja o tempo em que venhamos a admitir nossa pretensa superioridade sobre os demais...

- sempre que nos julguemos infalíveis, ainda mesmo em desfrutando as mais elevadas posições nas trilhas da Humanidade...

- toda vez que nos acreditemos tão supostamente sábios e virtuosos que não mais necessitemos de avisos e corrigendas, nos encargos que nos são próprios...

Sejam quais sejam os lances da existência em que nos furtemos deliberadamente aos imperativos da auto – educação ou de auxílio aos semelhantes, estamos em conjuntura perigosa na vida espiritual, com a obrigação de esforçar-nos, intensamente, para não cair em mais baixo nível de sentimento e conduta.

Libertemo-nos dos complexos de avareza e vaidade, intransigência e preguiça que nos acalentam a insensibilidade, a ponto de não registrarmos a menor manifestação de sofrimento, porquanto, de modo habitual, é através deles que se operam, em nós e em torno de nós, os piores desastres do espírito, seja pela fuga ao dever ou pela queda na obsessão.



pelo Espírito Emmanuel - Do livro: Estude e Viva, Médiuns:
Francisco Candido Xavier e Waldo Vieira.
Fonte: http://evangelhonolar.ning.com

sábado, 4 de junho de 2011

Amando o Amor



O Amor é nossa essência e nos envolve. Deu-nos a vida e nos mantém vivos. Respiramos Amor e cada célula de nosso corpo físico depende desta energia para se manter sadia e íntegra. A Natureza que nos envolve, e da qual fazemos parte, também é expressão deste Amor! 
Somos irmãos do sol, da lua, das ondas que se quebram nas praias, das flores e de cada um dos animais. Nada se perde e nada desaparece neste Universo infinito, mas se transforma e continua a existir, em algum lugar. Somos seres eternos em mutação constante... Mas sempre vivos, independentemente de que lugar ocupemos na Vida.

Amando, vivemos mais plenamente. Respirando conscientemente nos vitalizamos, nos preenchemos de amor e nos mantemos com mais saúde! Esta ligação nossa com a Essência é nossa garantia de bem-estar e felicidade, de evolução e progresso. Precisamos amar o Amor, acima de todas as coisas! Ou, em outras palavras, devemos "Amar a Deus sobre todas as coisas!"

Amando mais e mais, nos afastamos do medo, que é a energia oposta a ele. Mantemos a nossa liberdade de seres que se sabem espíritos num corpo e, portanto, imortais. Independente do que nos acontecer, sempre viveremos, sempre... Em algum local deste infinito Universo.

Vamos viver o Amor, o incondicional, que não está necessariamente representado por nada, nem ninguém. Tudo em torno de nós é expressão do Amor, mas nem sempre o expressamos de forma integral. 

Se nos decepcionamos com algum irmão, perdoemos, pois ele não sabe o que faz, desviando-se do Amor que é, para trilhar caminhos aparentemente sedutores, mas que logo vão provar serem ilusórios. Sigamos em frente!

No sorriso de alguém que encontramos, no aperto de mão de um amigo, no calor de um abraço, num olhar amoroso que alguém nos envia, reconhecemos numa fração de segundo a presença d'Ele que é nosso Criador e que nos mantém verdadeiramente vivos - o Amor!

Amando o Amor, nos decepcionamos menos e continuamos sempre vitalizados, caminhando por onde a Vida nos levar.  
Não importa para onde vamos, mas como estamos. Agora, neste exato momento em que existimos em plenitude. Sempre poderemos nos manter nesta paz deste instante, se o Amor estiver inspirando e movendo nossos pensamentos e atitudes. Temos a condição de operar verdadeiros milagres, na medida em que amemos mais e mais. Pois só esta força tem poder real. Da mesma forma que a Luz ilumina as trevas e se espalha, o Amor vai tornando tudo mais vivo, mais pulsante, mais harmonioso, mais belo!

Se não consigo amar alguém, posso amar o Amor que existe nele e do qual vive desconectado e assim será mais fácil perdoá-lo pela ignorância de viver nas trevas, sendo ele mesmo, Luz.

Percebo de forma muito forte, que podemos mudar o mundo, amando! Imprimindo esta qualidade a tudo que fizermos, ou dissermos. Sem muitas explicações nem qualquer teoria filosófica complicada, apenas deixando fluir o que somos naturalmente.

Para amar, não precisamos ser bonitos, elegantes, inteligentes, ricos, poderosos. Precisamos apenas ter a coragem de sermos nós mesmos, de nos ligarmos com nossa essência. Para isto, é claro que o tempo de meditar é imprescindível, o exercício do sorriso franco e aberto é uma importante ferramenta, o perdão precisa ser incondicional, as palavras não devem ferir jamais, as mãos precisam ser usadas para fazer o bem e a mente para enviar pensamentos positivos.

Buscado, o Amor nos retribuirá com o preenchimento de um vazio interior que é a causa de depressões, suicídios, doenças as mais complicadas. Ele, simplesmente e sem alardes, nos restituirá uma condição de vida serena e pacífica, mesmo dentro deste aparente caos em que nos vemos, na atualidade.

O Amor está se instalando no planeta pequeno e obscuro chamado Terra! Vamos amá-lo! Nas pessoas, nas coisas aparentemente inanimadas que são usadas por nós, nos animais, nas flores, em toda a flora que nos cerca, na música, nas crianças, na natureza...

Amando, nos salvaremos e salvaremos os outros. Pois o Amor contamina... Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura... Diz um ditado popular. Se amarmos o Amor, não exigiremos tanto de pessoas que, como nós, ainda estão aprendendo a amar e muitas vezes estão nos dando tudo que possuem, em vão! 


Texto original: www.stum.com.br

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Convite ao perdão

Convite ao perdão
 
Francisco Cândido Xavier foi um homem que viveu semeando a palavra do Cristo. Através das suas atitudes, pregou a paz e ensinou a caridade. Sua vida foi um exemplo de conduta cristã.
Médium, viveu por noventa e dois anos, foi desprezado por muitos e durante sua vida sofreu ofensas e insultos, tendo passado imune a tudo.
Em uma de suas muitas frases que ficaram registradas, ele disse:
Graças a Deus, não me lembro de ter revidado a menor ofensa que sofri, certamente objetivando, todas elas, o meu aprendizado. E não me recordo de que tenha, conscientemente, magoado a quem quer que fosse.
Esta frase nos faz refletir sobre a forma como agimos diante das ofensas que sofremos. No cotidiano, nos deparamos com situações que põem à prova a nossa conduta.
São os olhares de desprezo ou de inveja. As palavras que ferem, humilham, magoam. As indelicadezas e os gestos que perturbam e ofendem.
São também as atitudes contínuas de omissão, de abandono dos deveres, ou de opressão, que acontecem entre irmãos, casais, pais e filhos, que vão se somando e se transformando em imensas mágoas.
É comum vermos famílias desestruturadas pelo cultivo da raiva, do rancor e da indelicadeza. Enfim, vemos com frequência, relações se esvaindo pela ausência do perdão.
Seja qual for a gravidade do ato infeliz que nos atinja, enxerguemos o outro, que nos fere e magoa, como alguém que pode estar enfermo e precisando de ajuda.
E como escolhemos agir diante de quem nos ofende?
Quando procedemos da mesma forma que o outro, entrando na sua sintonia, revidando, seja com palavras ou com atitudes, estaremos deixando que o outro dite a nossa conduta.
Estaremos nos equiparando àquele que cometeu o gesto desequilibrado.
É certo que ficamos tristes quando alguém nos ofende, mas o que deveria mesmo nos entristecer, é quando somos nós os ofensores.
Trabalhar o perdão ao próximo, assim como o autoperdão, é um exercício diário que podemos nos propor. Todos nós somos capazes de perdoar.
Não nos esqueçamos de que, por diversas vezes, nós é que desejamos ser perdoados.
Temos que começar relevando e perdoando as leves ofensas, para que estejamos preparados, quando nos depararmos com situações mais delicadas que nos exijam essa virtude.
Perdoar também é doar. Ao perdoar estaremos doando   entendimento,  paciência, compreensão e o amor que purifica. O esquecimento das ofensas é próprio da alma elevada.
Mas o perdão não é o esquecimento do fato. Por vezes, torna-se difícil eliminar da memória uma atitude que tenha nos ferido.
Perdoar é cessar de ter raiva, é deixar de nutrir em nós o ressentimento pela pessoa que nos causou a dor ou o gesto infeliz que nos atingiu.
Perdoar acalma, liberta, traz paz e harmonia às nossas vidas.
O verdadeiro perdão é aquele que vem do coração e não dos lábios.
Façamo-nos hoje o convite para que deixemos que o perdão triunfe sobre a mágoa e o ressentimento.
 
Redação do Momento Espírita.
Em 03.06.2011

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Relacionamento Afetivo



1- Como explicar as dificuldades e obstáculos na vida amorosa, maiores para uns, menores para outros ?
Problemas amorosos, carência afetiva, solidão, decorrem geralmente da maneira como administramos nossas emoções e de nossa contribuição em favor de uma convivência ajustada para feliz.
 2- O problema não pode estar relacionado com vidas anteriores ?
As generalizações nos afastam da realidade. Há o chamado carma, mas na maior parte das vezes a origem está em nossa maneira de ser. Uma jovem extremamente possessiva, que controla todos os passos do namorado e exige atenção plena transforma-se num tormento para ele. Tenderá a ficar para "titia", não por destino alas por desatino.

3- O encontro de sua "metade", como sonham as jovens casadouras, não é dificultado pela falta de atrativos físicos?

A beleza física é mera carta de apresentação, logo relegada ao arquivo das coisas sem importância.

4- O que pesaria, então, favorecendo uma ligação afetiva?

O desempenho, a maneira como nos relacionamos com as pessoas e particularmente com possíveis parceiros de experiências afetivas.

5- Como fica a idéia de que o casamento é planejado na Espiritualidade?

Subordinado ao livre-arbítrio, casamento não é fatalidade. Tanto podem não se consumar os que foram planejados, quanto podem ocorrer sem planejamento algum.

6- Como o Espiritismo vê os trabalhos espirituais encomendados por pessoas no sentido de alcançar a felicidade de uma realização afetiva?

A felicidade não é uma mercadoria que se possa encomendar nesse mercado de ilusões que são os sortilégios de amor.

7- E quanto às práticas sugeridas nesses "consultórios do Além"?

Somente a ingenuidade humana pode alimentar a idéia de que a submissão a determinadas práticas ritualística ou cabalísticas vai resolver problemas cuja solução pede o concurso do tempo e a adesão aos valores do Bem.

8- Que dizer aqueles que, sem encontrar seu parceiro, sofrem solidão?

Será que podemos relacionar a solidão com a ausência de alguém? Não seria mais razoável relacioná-la com nossa ausência na vida social?

Perguntemos a uma Madre Tereza de Calcutá, a um Chico Xavier, a um Divaldo Franco, se se sentem solitários. Quem trabalha pelo semelhante, exercitando a suprema realização - doar- em favor dos aflitos e sofredores de todos os matizes - não tem espaço interior para a solidão.

Richard Simonetti
Fonte: A força das Idéias – Ed O Clarim

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Deus existe?

Deus existe?
 
A pergunta ainda baila na mente de muitas pessoas. Criaturas que se dizem agnósticas, descrentes de Deus.
Pessoas que têm ideias muito próprias a respeito da Criação, como se a harmonia que a tudo rege não nos dissesse, em altos brados, que uma ideia diretriz comanda o Universo.
Mas, para quem tem olhos de ver, basta um perpassar de vistas pela natureza para concluir pela existência desse Criador incriado, perfeição inigualável.
Como se poderia, de outra forma, admirar os campos de lavanda, perfumados e coloridos?
Quando se admira o arco-íris, já nos indagamos quem o traça de forma tão perfeita, nos céus?
Quem dobra as pétalas dos botões, que se abrem em corolas brilhantes?
Quem coloca música tão diversa no cantar das águas do rio manso, da cachoeira altíssima, das cataratas volumosas?
Como admirar a pétala aveludada de uma rosa, sem se perguntar quem nela colocou tanta maciez?
Quem dispôs que, no mesmo canteiro de jardim, que recebe o mesmo sol, a mesma chuva, sementes minúsculas que, por vezes até se assemelham, confundindo o leigo, se tenha resultado tão diverso?
Aqui as rosas apresentam seu brilho nas pétalas, ali os cravos espalham perfume, logo além as margaridas se exibem, enquanto o vento as vai despetalando e murmurando: bem-me- quer, mal-me-quer, ela me ama, ela não me ama...
Quem estabelece a rota dos astros no infinito? Quem determina que a gravidade nos mantenha presos ao planeta, enquanto ele gira vertiginosamente no espaço, em dois movimentos constantes, de rotação e translação?
Quem explica isso? Leis. Leis universais. Mas quem as estatuiu? Quem estabeleceu a rota do sol, das estrelas, das galáxias que se movem no infinito?
Quem criou a lei que determina se perpetuem nossos traços em nossos descendentes? E que, ao demais, é regida por uma lei de amor em que, quando as etnias se mesclam, as raças se misturam, novos e belos espécimes aparecem?
Quem definiu que duas minúsculas gotículas originassem um novo ser?
A tudo isso, o vento responde, a cascata faz eco e os astros estribilham em coro: Deus! Senhor dos mundos! Senhor do Universo.
Foi Deus que tudo criou, concebeu e não cessa de criar, surpreendendo o homem a cada passo.
O homem que, estudando, observando, se dá conta de que quanto mais descobre, menos sabe e mais há por descobrir.
O infindável mundo de Deus, sem fronteiras, em constante expansão.
Um mundo que se agiganta no espaço e se esconde no microcosmo.
Um mundo a ser estudado para que se louve o seu Criador. Um Deus Pai que a cada dia engendra um espetáculo na aurora e outro no crepúsculo.
Um Deus de amor que compõe sinfonias nas águas que descem dos montes e nos filetes que escorrem quase ocultos por entre pequenos seixos.
Um Deus que dedilha sinfonias na cabeleira do arvoredo e murmura canções na pradaria...
Um Deus! Um Pai! Nosso Pai!
Redação do Momento Espírita.
Em 30.05.2011.